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Aproveite o natal e vá as compras na 25 de Março e nos shopping. A uma semana do Natal, o comércio e o shopping da 25 de Março, no Centro de São Paulo, fica aberto neste domingo (18) das 8h às 15h. O Mercadão da Cantareira ficará aberto das 6h às 15h. A melhor alternativa para chegar na região é com transporte público, já que os estacionamentos têm cobrado até R$ 30 por uma vaga. O movimento de consumidores na 25 de março foi intenso neste sábado (17) por causa das compras de Natal. No Mercadão da Cantareira, foi dia de antecipar a compra da ceia. Uma banca chega a vender em dezembro uma tonelada de filé de bacalhau por dia - três vezes mais do que nos outros meses do ano.
Nas vésperas do natal, um manifestante foi preso no protesto na região da Rua 25 de Março, próximo ao shopping da 25, área central da capital paulista, contra a ação da Guarda Civil Metropolitana (GCM) que coíbe o comércio ilegal na região, segundo a Polícia Militar (PM). A manifestação ocorre desde a manhã desta segunda-feira (9). De acordo com a Secretaria de Segurança Urbana da Prefeitura, a ação da GCM se concentra no controle do espaço público contra o comércio irregular. A PM informou por volta das 14h que o manifestante foi detido por causar danos ao patrimônio e encaminhado para o 1º Distrito Policial, na região da Sé. Ainda na manhã desta segunda, dois carros da GCM foram depredados na Rua 25 de Março, segundo a Secretaria de Segurança Urbana da Prefeitura. Por volta das 11h, cerca de 200 camelôs se concentravam no local. Já por volta das 16h40, a última informação que a PM tinha do local era de aproximadamente 50 manifestantes que protestavam pacificamente.

Conheça um pouco a história da rua 25. Com as fortes enchentes na década de 60, os comerciantes perdiam mercadorias e para recomeçar eles vendiam os produtos recuperados a preços baixos. As lojas 25 de Março lotavam e os estoques completos eram vendidos. Os lojistas começaram a buscar mercadorias mais baratas para venderem. Foi nesta época que iniciou as vendas como atacadista da região. O comércio varejista tornou-se concorrente dos vendedores da rua. No início da história, eles compravam as peças no atacado nas próprias lojas, e revendiam-nos, peça por peça, para quem se interessasse. Foi então que as lojas sentiram a necessidade de investir nesse segmento.
A região 25 de Março é famosa pela popularidade dos produtos e das lojas que visam atender o público classe C, muito embora tem sido procurada pelas outras classes A e B, pela instalação de lojas chiques e diversos seguimentos, o que aumenta a oferta de acessórios finos. Além de se o paraíso das sacoleiras, a 25 de Março, no centro de São Paulo, oferece um novo perfil de produto: acessórios para cozinha. Nas opções, a novidade são as marcas profissionais importadas. O estado convidou chef francês Laurent Suaudeau, de 53 anos, dono de uma escola de artes culinárias, para avaliar as mercadorias, para ter certeza da qualidade e da variedade dos produtos nacionais e importados vendidos e veio a constatação. 25 de Março agora também é "gourmet".
O maior centro de compras. Essa lojas em São Paulo são as preferidas da população brasileira, especialmente no natal. Lojas que atraem a população do Brasil com ofertas atraentes, especialmente no natal. Tudo é vendido tanto no atacado como no varejo. A região foi considerada a maior movimentacão comercial de pessoas da Grande São Paulo. Chegou a ter circulação de mais de 1.200.000 de pessoas.
Guia da 25! A rua tem 2.500 metros e começa sob a avenida Rangel Pestana e termina na esquina da rua Paula Souza, próximo a estação de Metrô Luz.
É a rua com a maior variedade de produtos e serviços. O presidente da Univinco declarou que a região está bem avançada, justamente, pela qualidade das mercadorias.
Tem muitas lojas de eletrônicos, mas a Rua Santa Efigência vence no quesito de movimentação de mercadorias eletrônicas como computador, notebook, video games, monitor, câmera digital, etc.
A especulação imobiliária está mudando a rua 25, no centro da capital. Desde o primeiro semestre, nove armarinhos e lojas tradicionais instalados há décadas na região fecharam as portas por não terem como bancar aluguéis mais caros até 55%. No lugar desses comércios, estão sendo abertos miniboxes. Locações de lojas na 25 passaram de R$ 45 mil para R$ 70 mil e de R$ 27 mil para R$ 40 mil mensais.
Nos imóveis desocupados, há dezenas de boxes (de até 5 m²) oferecidos, em média, a R$ 5 mil por mês aos novos inquilinos - a maioria, comerciantes chineses. Um imóvel agora lucra de R$ 120 mil a R$ 150 mil de aluguel aos donos. Alguns lojistas mais antigos continuam com outros pontos em ruas próximas porque se desfizeram apenas de suas lojas filiais, mas há casos de empresários, cujas famílias haviam chegado por lá nas décadas de 1940 e 1950, que abandonaram a região da 25.
Até dezembro, pelo menos mais uma grande loja também deixará de funcionar na região, segundo levantamento feito por comerciantes. Só neste ano, surgiram por ali nove mini shoppings. Três estão em funcionamento, outros cinco serão inaugurados até o final do mês e um ainda está em reforma.
Fiscalização. Preocupados com as mudanças, comerciantes vão encaminhar ofícios à Prefeitura e ao Ministério Público Estadual pedindo fiscalização nos novos centros comerciais. "É preciso saber se as mercadorias oferecidas são legais, se vão vender com nota fiscal, se o imóvel tem licença de funcionamento, alvará, e se as locações estão documentadas", afirma um comerciante que não quis se identificar. Os comerciantes estão preocupados com uma suposta concorrência desleal. "Não é justo que paguemos impostos e tenhamos custos operacionais altíssimos para conviver com a ilegalidade bem ao lado."
Ricardo da Silva, encarregado de locação do Shopping Porto 25, aberto há cinco meses, diz que é proibido vender pirataria no estabelecimento. São mais de 200 lojas. Ainda há boxes para locação a R$ 2,8 mil o m². Para o vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo, Roberto Mateus Ordine, a tendência é a rua perder as características. "Grandes compradores que vêm de fora para se abastecer nas lojas da 25 vão preferir outros pólos porque o que caracteriza a oferta nesses mini shoppings são produtos sem origem, sem nota fiscal", afirma. "É irreversível. Vai virar um Paraguai."
Vendemos material escolar por atacado na região da 25 de março, são mais de 6.000 itens, diversas marcas e personagens, com preços excelentes. Borrachas, lápis, canetinha, corrretivos, carimbno, estojos, massinha, apontador, tesoura, caderno pequeno e grande, cola colorida, régua...
Vendemos todos os tipos de equipamentos e acessorios para restaurantes: Assadeiras, caçarola, travessas, pratos e xicaras de porcelana e cerâmica, bandejas, cubas, porta cereal, rechaud e talheres em inox. Amaciador de bifes, batedeira, cafeteira elétrica, balança para cozinha, aquecedor de bebidas, liquidificador profissional. Chapa churrasqueira, fogão industrial, refrigerador, cortador de frios...
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Diversos modelos e cores de armações óculos de grau, feminina, masculino e infantil. Além de vender acessórios: estojos para óculos de sol e de grau, estojos de lentes de contato, hastes e cordão. Vendemos também acessórios para consultorios e óticas: buchas, solda, ponteirão, arruelas metal, porcas, optotipos em acrílico, feltro de polis, massa polimento, corantes, fluxo para solda, limpa lentes, plaqueta flexível, expositor de lentes, óculos de segurança.