![]() |
||||

Os logistas registram crescimento por fantasias e apetrechos de carnaval na 25 de março em São Paulo. As lojas nas tradicionais Rua 25 de Março e Ladeira Porto Geral expõem os produtos característicos dessa época para os foliões. Em 2012, as máscaras terão presença nos blocos, festas e desfiles de carnaval. Será possível se fantasiar de personagens de desenhos animados comprando na 25, e o animais, monstros e, inclusive, algumas personalidades, como o presidente americano Barack Obama e o deputado federal Tiririca?

Conheça um pouco a história da rua 25. Com as fortes enchentes na década de 60, os comerciantes perdiam mercadorias e para recomeçar eles vendiam os produtos recuperados a preços baixos. As lojas 25 de Março lotavam e os estoques completos eram vendidos. Os lojistas começaram a buscar mercadorias mais baratas para venderem. Foi nesta época que iniciou as vendas como atacadista da região. O comércio varejista tornou-se concorrente dos vendedores da rua. No início da história, eles compravam as peças no atacado nas próprias lojas, e revendiam-nos, peça por peça, para quem se interessasse. Foi então que as lojas sentiram a necessidade de investir nesse segmento.
A região 25 de Março é famosa pela popularidade dos produtos e das lojas que visam atender o público classe C, muito embora tem sido procurada pelas outras classes A e B, pela instalação de lojas chiques e diversos seguimentos, o que aumenta a oferta de acessórios finos. Além de se o paraíso das sacoleiras, a 25 de Março, no centro de São Paulo, oferece um novo perfil de produto: acessórios para cozinha. Nas opções, a novidade são as marcas profissionais importadas. O estado convidou chef francês Laurent Suaudeau, de 53 anos, dono de uma escola de artes culinárias, para avaliar as mercadorias, para ter certeza da qualidade e da variedade dos produtos nacionais e importados vendidos e veio a constatação. 25 de Março agora também é "gourmet".
As lojas do shopping da 25 de março conta com uma enorme variedade de produtos populares e importados e recebem visitasm o ano todo e é famosa pela popularidade dos produtos e das lojas que visam atender o público classe C, muito embora tem sido procurada pelas outras classes A e B, pela instalação de lojas chiques e diversos seguimentos, o que aumenta a oferta de acessórios finos. Além de se o paraíso das sacoleiras, a 25, no centro de São Paulo, oferece um novo perfil de produto: acessórios p/ cozinha. Nas opções, a novidade são as marcas profissionais importadas. O estado convidou chef francês Laurent Suaudeau, de 53 anos, dono de uma escola de artes culinárias, p/ avaliar as mercadorias, p/ ter certeza da qualidade e da variedade dos produtos nacionais e importados vendidos e veio a constatação. A 25 agora também é "gourmet".

O maior centro de compras. Essas lojas em São Paulo são as preferidas da população brasileira, especialmente no natal. Lojas que atraem a população do Brasil com ofertas atraentes, especialmente no natal. Tudo é vendido tanto no atacado como no varejo. A região foi considerada a maior movimentacão comercial de pessoas da Grande São Paulo. Chegou a ter circulação de mais de 1.200.000 de pessoas.Guia da 25! A rua tem 2.500 metros e começa sob a avenida Rangel Pestana e termina na esquina da rua Paula Souza, próximo a estação de Metrô Luz.
É a rua com a maior variedade de produtos e serviços. O presidente da Univinco declarou que a região está bem avançada, justamente, pela qualidade das mercadorias.
Tem muitas lojas de eletrônicos, mas a Rua Santa Efigência vence no quesito de movimentação de mercadorias eletrônicas como computador, notebook, video games, monitor, câmera digital, etc.
A especulação imobiliária está mudando a rua 25, no centro da capital. Desde o primeiro semestre, nove armarinhos e lojas tradicionais instalados há décadas na região fecharam as portas por não terem como bancar aluguéis mais caros até 55%. No lugar desses comércios, estão sendo abertos miniboxes. Locações de lojas na 25 passaram de R$ 45 mil para R$ 70 mil e de R$ 27 mil para R$ 40 mil mensais.
Nos imóveis desocupados, há dezenas de boxes (de até 5 m²) oferecidos, em média, a R$ 5 mil por mês aos novos inquilinos - a maioria, comerciantes chineses. Um imóvel agora lucra de R$ 120 mil a R$ 150 mil de aluguel aos donos. Alguns lojistas mais antigos continuam com outros pontos em ruas próximas porque se desfizeram apenas de suas lojas filiais, mas há casos de empresários, cujas famílias haviam chegado por lá nas décadas de 1940 e 1950, que abandonaram a região da 25.
Até dezembro, pelo menos mais uma grande loja também deixará de funcionar na região, segundo levantamento feito por comerciantes. Só neste ano, surgiram por ali nove mini shoppings. Três estão em funcionamento, outros cinco serão inaugurados até o final do mês e um ainda está em reforma.
Fiscalização. Preocupados com as mudanças, comerciantes vão encaminhar ofícios à Prefeitura e ao Ministério Público Estadual pedindo fiscalização nos novos centros comerciais. "É preciso saber se as mercadorias oferecidas são legais, se vão vender com nota fiscal, se o imóvel tem licença de funcionamento, alvará, e se as locações estão documentadas", afirma um comerciante que não quis se identificar. Os comerciantes estão preocupados com uma suposta concorrência desleal. "Não é justo que paguemos impostos e tenhamos custos operacionais altíssimos para conviver com a ilegalidade bem ao lado."
Ricardo da Silva, encarregado de locação do Shopping Porto 25, aberto há cinco meses, diz que é proibido vender pirataria no estabelecimento. São mais de 200 lojas. Ainda há boxes para locação a R$ 2,8 mil o m². Para o vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo, Roberto Mateus Ordine, a tendência é a rua perder as características. "Grandes compradores que vêm de fora para se abastecer nas lojas da 25 vão preferir outros pólos porque o que caracteriza a oferta nesses mini shoppings são produtos sem origem, sem nota fiscal", afirma. "É irreversível. Vai virar um Paraguai."